MULHERES E GESTANTES AO VOLANTE

sexta-feira, 2 de maio de 2008 Karine Winter


Quem disse que mulher dirige mal? Com certeza foi algum homem! Guerra dos sexos à parte, quem manda as mulheres pilotarem fogão está por fora da realidade. As companhias seguradoras já sabem disso há um bom tempo. Tanto que os seguros de carro para elas têm preços reduzidos. A freqüência de colisão e a gravidade dos danos também costumam ser menores. A maior prova disso são os preços diferenciados praticados pelas seguradoras. As mulheres são mais prudentes e não são tão “afobadas” quanto os homens. As taxas de acidentes de trânsito são maiores entre os homens. As mulheres são mais calmas e concentradas. As mulheres conquistam o seu espaço no trânsito e já são caminhoneiras, taxistas, moto-taxistas e motoristas de ônibus e recebem elogios pela boa conduta e pela forma defensiva ao dirigir. Para a psicologia de trânsito o homem pode ser considerado como piloto e a mulher como motorista. Neste universo feminino no trânsito, que vem a cada ano aumentando seus números não podemos esquecer de uma considerável parcela de mulheres que são gestantes e que compartilham o trânsito. Apesar da velha frase bastante conhecida de que: “gravidez não é doença”, vale lembrar que, no trânsito, as gestantes têm particularidades que precisam ser conhecidas para não colocá-las em situações críticas que poderão ocasionar-lhes sérios ferimentos tanto para a mãe quanto para o feto. A gestante deve usar sempre o cinto tipo três pontas, mantendo a faixa subabdominal tão baixa e ajustada quanto possível. A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas, nunca sobre o útero. Toda gestante deve dirigir apenas enquanto estiver bem e parar se houver desconforto ou qualquer tipo de mal estar. Devem ser evitadas longas distâncias, jejum prolongado, calor ou frio excessivo. Grávida ao volante exige cuidados extras. As gestantes devem praticar direção preventiva para evitar acidentes e danos ao bebê. Para elas o cinto de segurança também é indispensável, o equipamento evita que a barriga seja comprimida contra o volante provocando o deslocamento da placenta e, por conseqüência, um aborto ou a morte da motorista no caso de algum acidente. Nos casos de problemas mecânicos ou danificação de pneus, por exemplo, a gestante deve recorrer ao auxílio de outras pessoas para evitar esforços excessivos. Não esqueça que os pais são exemplos para seus filhos. PENSE NISSO!




Autoria de: Karine Winter